quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

LIBERDADE e TERROR


O ADVERSÁRIO DO TERROR...


... QUE O DAESH...

...representa é imbatível, pelo que a Morte, simbolizada, coreografada, pelos militantes do putativo Estado Islâmico, remetendo - nos ao terror medieval com que outros fundamentalismos, então, A perseguiam não será um obstáculo que deterá a marcha da História do Homem na sua afirmação plena como um ser livre e libertário.
A liberdade de escolha dos seus deuses ou a negação da sua intervenção na sua Vida é-lhe um privilégio adquirido que nenhum encarceramento físico teorizado em Terror, abalará.

Nós, os herdeiros da Civilização Ocidental que os Descobrimentos lusos deram a conhecer às outras nações, somos os mais ferozes críticos do nosso sistema actual, que caiu num impasse civilizacional; acontece que a regressão à Idade - Média não fará parte das alternativas que as nossas utopias, num escrutínio diário, proclamam a possibilidade na busca de um novo olhar humanista sobre a espécie.

O caminho tem sido penoso, os erros muitos e as resistências tenazes. Na superação da nossa natureza bio - racional que não no conformismo da sua imobilidade que a visão redutora e desconstrutiva dos valores firmes e consagrados pelo Bom- Senso, um aferidor universal, a liberdade, por mais definitiva que seja é só um deles, na construção de uma nova abordagem humanista em que a Guerra ocupe o capítulo das obscenidades prè - sapiens.

O Daesh é um anacronismo pseudo-utópico que SÓ a intervenção dos povos, por ele martirizado em nome de um Deus que veneram uns e contrabandeiam oportunísticamente outros e sobre o qual lançam um olhar diametralmenmte oposto, lhe porá fim física e espiritualmente.
Até lá, continuará, com outros nomes, outros intérpretes e outras iluminações a alimentar a nostalgia colonizadora de outros credos e de outras maneiras de interpretar o sentido da Vida.

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